quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Lista de filmes que amei... - Comédia\Romance

Uma manhã Gloriosa
Uma noite mais que louca
A verdade nua e crua
De repente 30
Qual seu número?
Ele não está tão afim de você
17 outra vez
Um homem de sorte...
Se enlouquecer não se apaixone
Vou continuar essa lista...




:)


Uma página em branco, good music is playng... Eu sempre quis que todos que me vissem me enxergassem de verdade: Just me, at the moment. Eu já mudei muito e de alguma forma continuo a mesma, admirar a vida e tudo que existe é minha carreira, de alguma forma me prendi em me exigir ser livre demais. Eu no fundo gostaria de fazer faculdade e construir uma carreira, fazer isso agora renderia uma história de superação e muita gente passaria a me admirar. Eu sinceramente acredito que muita gente que me vê, nada enxerga do que sou. Isso porque há um contraste gritante entre o que eu poderia alcançar e o que venho alcançado. Não que eu seja “especial” ou separada do geral, só que sou especial como qualquer um e quando vejo o que vivi e aprendi sei que poderia ter feito melhor uso de tudo. Eu tenho um emprego medíocre e moro de aluguel, não uso meus dons ou talentos tanto quanto poderia. Preguiça, eu tenho vivido uma vida preguiçosa e desleixada, ela apenas parece acontecer e eu crio expectativas propositalmente pra que nela tenha alguma emoção. Eu já li um texto de uma escritora famosa onde ela diz que não conseguiria fazer algo que exigisse esforço ou estresse demais. Não quero que me leiam, jamais entenderiam, apenas umas almas perdidas que esbarro de vez em quando poderiam quem sabe supor coisas que chegariam um tanto certo do que realmente está escrito em mim. É que me apeguei a ideia de que não temos controle do tempo e amanhã posso simplesmente não existir mais. Para muitos isso é motivo pra viver “com vontade”, mas eu penso que não entendi o recado, porque pensar no amanhã com alguma certeza é o que me anima tantas vezes e lembrar que ele pode não vir me faz estagnar, querer desistir, parar de tentar. Espelhos sempre me fascinaram, o mundo parece tão simples às vezes e às pessoas tão previsíveis e a lei “plantar e colher” parece funcionar tão perfeitamente que me faz pensar: Qual a graça de viver? Se tudo vai dar no que já imaginamos que poderia dar, se as pessoas vão fazer o que imaginamos que poderiam fazer. Se pensar de mais me tira tanto a paz, fico com vontade de trocar de mente... Mas essa é uma vontade mais passageira que um piscar de olhos, melhor, que o bater de asas de um beija-flor. Porque sei que melhor é amar e sangrar que jamais saber o que é amor, melhor acreditar e se frustrar do que jamais acreditar. Porque sei que com essa mente doida minha eu consigo aprender, consigo entender, consigo admitir que errei, consigo ir em frente, sabendo que não sei praticamente nada perto da imensidão de tudo o que existe e aparece a cada dia. Mente que se acha diferente mas sabe que se parece tanto com tantas e muitas mais doidas e vividas e menos metidas a se enxergar especial. O que eu gosto é disso: Liberdade. Quando eu consigo clicar em “postar” e não fico pensando no que virá, bom sentir essa liberdade aos poucos me invadir. Evoluir, é disso que falo, estou aprendendo a escrever por escrever porque as palavras querem sair e não me dizem por que nem pra que, só que querem ser lidas e também não dizem por quem. Fim.
 — se sentindo livre.